Apresentação

Colectivo Silêncio da Gaveta

Trupe de saltimbancos das palavras, intérpretes sem trono dos afectos; o Colectivo Silêncio da Gaveta tem desenvolvido uma linguagem poético-musical própria em que “a mestiçagem” dos ritmos e harmonias, a expressividade da palavra, o recurso de elementos cénicos e plásticos se fundem em instantes livres do espartilho classicista do dizer poético.Cansados do silêncio egoísta das gavetas, este grupo tem percorrido vales e montes do país, realizando sessões de poesia em bibliotecas públicas, auditórios municipais, associações culturais, feiras do livro, galerias de arte, bares e emissões radiofónicas. 

Formação Actual

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

Tiago Pereira na casa dos vinte ainda por algum tempo, tem o tempero dos sonhos possíveis. Com o violino tomou todas as fronteiras de assalto e identifica-se em palco pelo talento de adivinhar o tempo das notas, no entanto ainda se distrai com os euros e esquece o frigorífico vazio em casa. Embora seja um reconhecido músico de orquestra, passeia do clássico ao rock com o mesmo à vontade com que rasgou o ventre a sua mãe. 

José Peixoto também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

6ª Formação

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

Tiago Pereira na casa dos vinte ainda por algum tempo, tem o tempero dos sonhos possíveis. Com o violino tomou todas as fronteiras de assalto e identifica-se em palco pelo talento de adivinhar o tempo das notas, no entanto ainda se distrai com os euros e esquece o frigorífico vazio em casa. Embora seja um reconhecido músico de orquestra, passeia do clássico ao rock com o mesmo à vontade com que rasgou o ventre a sua mãe. 

Paulo Lemos nasceu na década de oitenta a trautear os dedos no biberão, o seu primeiro instrumento de percussão. Na idade dos beijinhos experimentou a paixão pelas cordas e descobriu o amor pelos sons. No seu harém de instrumentos destaca-se a guitarra portuguesa com quem estabelece uma relação próxima da embriaguês poética. Foi descoberto a plantar poemas num jardim, que falavam de liberdade em várias línguas. 

José Peixoto também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

5ª Formação

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

Tiago Pereira na casa dos vinte ainda por algum tempo, tem o tempero dos sonhos possíveis. Com o violino tomou todas as fronteiras de assalto e identifica-se em palco pelo talento de adivinhar o tempo das notas, no entanto ainda se distrai com os euros e esquece o frigorífico vazio em casa. Embora seja um reconhecido músico de orquestra, passeia do clássico ao rock com o mesmo à vontade com que rasgou o ventre a sua mãe. 

Fátima Fonte nasceu nos anos oitenta e pouco depois trepava até às teclas de um piano para dizer as coisas de dentro do corpo em cadernos de cinco linhas. Compõe as suas peças com a delicadeza dos sopros e a força dos ventos. Protagonizou a transferência mais rara do colectivo, sem qualquer rapto, foi convidada para um espectáculo e ficou para os outros.

José Peixoto também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

4ª Formação

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

Tiago Pereira na casa dos vinte ainda por algum tempo, tem o tempero dos sonhos possíveis. Com o violino tomou todas as fronteiras de assalto e identifica-se em palco pelo talento de adivinhar o tempo das notas, no entanto ainda se distrai com os euros e esquece o frigorífico vazio em casa. Embora seja um reconhecido músico de orquestra, passeia do clássico ao rock com o mesmo à vontade com que rasgou o ventre a sua mãe.

José Peixoto, também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

3ª Formação

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

Bruno Neiva nasceu nos primeiros anos da década de oitenta na terra do Cego do Maio. Escolheu abrir os olhos aos livros, para libertar as palavras da boca dos poetas. Consta que foi vocalista arrependido de uma banda rock, mas nunca se arrependeu de escrever. Foi descoberto a traficar os seus poemas em revistas e acabou capturado mais tarde pelo Colectivo.

José Peixoto também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

2ª Formação

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

Rock Pires nasceu em África, toda a gente sabe, herdou a cor e o tambor, é por isso a percussão em carne viva. Nos palcos vestiu-se de teatro com “as más” coisa que não é, tem um amor platónico por Bob Marley e um sorriso contagiante. É também uma das velhas glórias da bola feminina onde deu e recebeu caneladas, medalhas do ofício, mas como ídolos elegeu os seus pais. 

José Peixoto também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

1ª Formação                  

João Rios nasceu depois do almoço, numa tarde tórrida de Agosto de 1964. Segundo os seus insuspeitos candidatos a biógrafos não ocorreu terramoto ou estádio delírio por causa de tal facto. Menino dos fósforos, nunca foi detido por posse excessiva de palavras, nem desvio de metáforas. Poeta com uma dezena de livros editados e outros tantos mares navegados, espera escrever um dia um poema num deserto norte-africano.

José Peixoto também nasceu na década da mini-saia, num berço a ver o mar. Andarilho com certificado internacional, costuma montar a sua assoalhada portátil em montes e vales onde a música se liberta da violência das margens. Salvo, uma ou duas unhas partidas, nunca foi ao tapete por acariciar a guitarra pelo âmago. Consta que também namora outros instrumentos.

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2 comments

  1. Pulsa a criatividade, a sensibilidade e a força bonita de quem sonha…
    Conheci-vos hoje …
    Vou enviar-vos Poemas para O JARDIM da Av. Júlio Graça ( Abril 2010) e divulgar na Tertúlia onde me tenho há dois anos, AO ENCONTRO de BOCAGE .
    BOA SORTE ! maria josé praça

    1. Ao SILÊNCIO da GAVETA, obrigada!
      Tive pena de não ter estado convosco… – Uma gripe impediu-me… –
      É bonita esta ideia de erguer Poemas e fazê-los cair dos ramos, ao ar do vento, à bolina… Comove,também…
      Assim, ter-Vos-ei presente na Tertúlia AO ENCONTRO de BOCAGE e no Jornal da mesma, O ARAUTO de BOCAGE, Obras levantadas e dinamizadas com afinco e muito Amor pela Poetiza AMÉRICA MIRANDA.
      Entretanto, sendo eu uma desalmadamente ignorante d’Informática, não consegui perceber mto. d’O que me enviaram…
      Peço-vos que me enviem notícias sobre as vossas Realizações…
      Mto. obrigada de novo! Um beijinho. maria josé praça.

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